segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

À MUSA QUE SUMIU...








Pessoas existem que surgem em nossa vida de repente, ganham dentro de nós enorme atenção, se apossam de grande parte de nossos pensamentos e, tão de repente quanto chegaram, somem como nuvens se evanescem no céu de verão. Quando são boas, deixam saudades e merecem  nossos bons desejos. É o que faço

À MUSA QUE SUMIU 


Não sei por que essa mulher, agora, 
Escurece sua foto e se esconde 
E sua tristeza ninguém sabe aonde 
A levará,  por esse mundo afora... 

Me foi tão cara essa mulher tão linda. 
Dos versos que trocamos no Recanto, 
Cada sílaba em si um acalanto, 
Em meu coração, sutil, ecoa ainda. 

Não sei o porquê dessa senhora, 
Que em meu pensamento ainda mora, 
Sumir daqui pra não voltar jamais. 

Meu desejo, olhando o seu retrato 
É que seu coração consiga ter, de fato, 
Uma felicidade enorme e muita  PAZ! 


“À  Estrela Dalvina, a querida Poetisa que parece ter vindo do espaço e ter voltado, inexplicavelmente, para lá”. 
Tony Fonseca

Um comentário:

Vania Gomes disse...

oLá, meu querido Tony! Um lindo soneto, uma homenagem marcante! Saudades de você! Sempre bom demais te ler, viu? Mil beijos.